"Defendendo a Independencia de Timor-Leste"

"Defendendo a Independencia de Timor-Leste"

segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Media Release: Alkatiri urges continuing US support for Timor Leste

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN

Media Release
23 June 2008

Alkatiri urges continuing US support for Timor Leste


FRETILIN Secretary General Dr Mari Alkatiri has concluded a successful visit to the United States where he urged government and congressional representatives to continue US support for Timor Leste's development.

In Washington DC, Dr Alkatiri met officials including US Assistant Secretary of State, Ambassador Christopher Hill, Deputy Assistant Secretary for Asia Pacific, Scott Marciel and Representative David Price, Chairman of the US House Of Representatives Democracy Committee.

"The people and state institutions of Timor Leste will continue to need the assistance of the people of the United States to consolidate national peace and stability so as to guarantee continuing social, political and economic progress,' Dr Alkatiri said.

"As the largest political party in Timor Leste with a plurality of seats in parliament, FRETILIN feels a responsibility to make every effort to help in this regard.

"Whatever internal political differences FRETILIN has with other parties in Timor Leste, we all have a responsibility to foster positive external relationships and seek productive outcomes for our nation."

In Washington, Dr Alkatiri also met senior executives and officials of the United States Agency for International Development, National Democratic Institute for International Affairs, International Republican Institute, the World Bank, the Millennium Challenge Corporation and the Peterson Institute for International Economic Development.

Dr Alkatiri was accompanied by former Secretary of State for the Council of Ministers, Gregorio da Sousa and FRETILIN MP and former Minister for Natural Resources, Minerals and Energy Policy, Jose Teixeira.

"We made it clear during all our meetings that as the de facto opposition in parliament, FRETILIN and it's allies want to play a positive and constructive role in supporting the state of the Timor-Leste, to build on the foundations laid by the former FRETILIN government to secure sustainable development for our people," Alkatiri said.

"We stressed that in doing so we sought continued assistance and advice of and from these organizations. Their response was very positive and I believe we can expect more from them than we have attained to date. They are very enthusiastic and willing to assist us playing this positive role," Alkatiri added.

During the meetings Dr Alkatiri was praised for his leadership of the first constitutional government that established the foundations of an independent state –especially the Petroleum Fund, legal framework and functioning public administration –which enabled Timor-Leste to withstand the crisis of 2006 and allow a return to normalcy much faster than many expected.

Alkatiri said he assured the Millennium Challenge Corporation that the process of attaining a "compact", which commenced under the former FRETILIN government, would have FRETILIN's ongoing support.

Also in Washington, Dr. Alkatiri briefed ambassadors and representatives of the CPLP (Community of Portuguese Language

Countries) on positive developments towards peace and stability in Timor-Leste in recent weeks.

For more information contact:
Jose Teixeira +670 728 7080 (Dili, Timor-Leste)

Media Release: Alkatiri urges continuing US support for Timor-Leste

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN

Media Release
23 June 2008

Alkatiri urges continuing US support for Timor-Leste

FRETILIN Secretary General Dr Mari Alkatiri has concluded a successful
visit to the United States where he urged government and congressional
representatives to continue US support for Timor Leste's development.

In Washington DC Dr Alkatiri met officials including US Assistant
Secretary of State, Ambassador Christopher Hill, Deputy Assistant
Secretary for Asia Pacific, Scott Marciel and Representative David
Price, Chairman of the US House Of Representatives Democracy
Committee.

"The people and state institutions of Timor Leste will continue to
need the assistance of the people of the United States to consolidate
national peace and stability so as to guarantee continuing social,
political and economic progress,' Dr Alkatiri said.

"As the largest political party in Timor Leste with a plurality of
seats in parliament, FRETILIN feels a responsibility to make every
effort to help in this regard.

"Whatever internal political differences FRETILIN has with other
parties in Timor Leste, we all have a responsibility to foster
positive external relationships and seek productive outcomes for our
nation."

In Washington, Dr Alkatiri also met senior executives and officials of
the United States Agency for International Development, National
Democratic Institute for International Affairs, International
Republican Institute, the World Bank, the Millennium Challenge
Corporation and the Peterson Institute for International Economic
Development.

Dr Alkatiri was accompanied by former Secretary of State for the
Council of Ministers, Gregorio da Sousa and FRETILIN MP and former
Minister for Natural Resources, Minerals and Energy Policy, Jose
Teixeira.

"We made it clear during all our meetings that as the de facto
opposition in parliament, FRETILIN and it's allies want to play a
positive and constructive role in supporting the state of the
Timor-Leste, to build on the foundations laid by the former FRETILIN
government to secure sustainable development for our people," Alkatiri
said.

"We stressed that in doing so we sought continued assistance and
advice of and from these organizations. Their response was very
positive and I believe we can expect more from them than we have
attained to date. They are very enthusiastic and willing to assist us
playing this positive role," Alkatiri added.

During the meetings Dr Alkatiri was praised for his leadership of the
first constitutional government that established the foundations of an
independent state – especially the Petroleum Fund, legal framework and
functioning public administration – which enabled Timor-Leste to
withstand the crisis of 2006 and allow a return to normalcy much
faster than many expected.

Alkatiri said he assured the Millennium Challenge Corporation that the
process of attaining a "compact", which commenced under the former
FRETILIN government, would have FRETILIN's ongoing support.

Also in Washington, Dr. Alkatiri briefed ambassadors and
representatives of the CPLP (Community of Portuguese Language
Countries) on positive developments towards peace and stability in
Timor-Leste in recent weeks.

For more information contact:

Jose Teixeira +670 728 7080 (Dili, Timor-Leste)

terça-feira, 10 de Junho de 2008

Alkatiri na SIC: "O MUNDO TEM OS OLHOS EM TIMOR" (tirado do Timor Lorosae Nacao)

Alkatiri na SIC: "O MUNDO TEM OS OLHOS EM TIMOR"
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O ex-primeiro-ministro de Timor-Leste, Mari Alkatiri, preside o maior partido da oposição e senta-se no Parlamento no lugar de deputado. Actualmente em Portugal, vindo de Angola e em vias de partir para os EUA, o secretário-geral da Fretilin anda pelo estrangeiro a reunir apoios. Alkatiri considera que falta pouco para o Governo de Xanana Gusmão chegar ao fim.
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"O mundo inteiro tem os olhos postos em Timor-Leste", diz Mari Alkatiri, mas não pelas melhores razões. "Logo depois da restauração da independência fomos quase sempre elogioados pela forma como estávamos a conduzir a reconstrução do país e na criação de um estado democrtático de direito", descreve o secretário-geral da Fretilin.
Mas esta situação mudou com a crise de 2006 e com "novo governo que não tem nenhum sentido de Estado", acusa Alkatiri. "Xanana não tem legitimidade para governar o país porque perdeu as eleições, e nos últimos nove meses de governação só gastou dinheiro", acrescentou.
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Alkatiri descarta a possibilidadede um golpe de Estado: "Não vamos fazer o que outros fizeram em 2006 contra o governo da Fretilim. Vamos fazer um trabalho político mais profundo com a população para esta entender a situação e ver a diferença entre estes dois governos".
O secretário-geral da Fretilim diz que a actual aliança está a sofrer baixas e que falta pouco para mostrar que o governo de Xanana Gusmão "tem os dias contados". "Vai haver auditorias às contas do governo porque há muitas alegações de corrupção", afirmou.

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ENTREVISTA DE MARI ALKATIRI À SIC - Transcrita por Margarida
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SIC: (...) Qual é o objectivo desta sua viagem pelo estrangeiro?
Mari Alkatiri: Eu penso que todo o mundo tem ainda os olhos postos em Timor-Leste e há necessidade que como o maior partido do país, não é o maior partido da oposição, somos realmente o maior partido do país, consigamos fazer chegar aquilo que nós entendemos ser a versão mais correcta da explicação da situação actual em Timor-Leste.
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SIC: Quando diz que o mundo inteiro tem os olhos postos em Timor-Leste já não é pelas melhores razões, pois não?
Mari Alkatiri: Há uma preocupação muito grande do mundo em relação a Timor-Leste porque logo depois da restauração da independência fomos quase sempre elogiados pelas instituições internacionais e não só pelos países amigos pela forma como estávamos a conduzir o processo de reconstrução do país e fundamentalmente o processo da criação de um Estado democrático de direito.
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SIC: Não está concretizado?
Mari Alkatiri: Naturalmente que sofreu um recuo tremendo a partir de 2006 com a crise que se verificou no nosso país e que ainda está em curso e com o novo governo que não tem nenhum sentido de Estado, não tem noção de Estado e que tudo tem feito no sentido de impor a vontade pessoal de uma só pessoa.
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SIC: Xanana Gusmão?
Mari Alkatiri: Naturalmente...
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SIC: Que o senhor considera que não tem capacidade para governar o país?
Mari Alkatiri: Eu considero sim que para além de não ter legitimidade para governar o país, porque perdeu as eleições, já demonstrou durante 8 meses de governação, quase 9 meses, que a governação para Xanana é gastar dinheiro e pouco mais...
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SIC: O Senhor esteve em Angola, li declarações suas a dizer que tinha o apoio do MPLA, estes apoios que reúne o que é que pretende fazer com eles, pretende antecipar eleições em Timor?
Mari Alkatiri: A situação que vai determinar a antecipação das eleições é a situação interna no país...todos acompanharam...
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SIC: Mas não há uma demissão de Xanana Gusmão ou há um golpe de Estado?
Mari Alkatiri: Não, não haverá um golpe de Estado. Nós já demonstrámos que não vamos repetir aquilo que os outros fizeram em 2006 contra o governo da Fretilin.
Nós pensamos que há a necessidade de um trabalho político mais profundo com a população para a população compreender perfeitamente a situação e ver a diferença entre a governação da Fretilin e a governação agora de Xanana e dos seus aliados. Naturalmente que a própria dita Aliança da Maioria Parlamentar já sofreu baixas. Há um partido da aliança que já abandonou a aliança, há outro que é a oposição interna da própria aliança portanto há baixas sistemáticas da própria aliança...
Neste momento podemos dizer que faltam só algumas medidas a serem tomadas para mostrar claramente a Xanana que a governação dele tem os dias contados.
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SIC: Que medidas são essas?
Mari Alkatiri: São medidas que têm a ver com auditorias a contas do governo para tirar absolutamente dúvidas, há alegações de corrupção de toda a ordem, de esbanjamento do erário público, há alegações de má governação, de actos legislativos que são ilegais e inconstitucionais, portanto tudo isso acho que é o suficiente para mostrar a Xanana Gusmão que não só não tem capacidade para governar como não tem legitimidade.
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SIC: Quem são os seus apoios em Portugal?
Mari Alkatiri: Eu naturalmente que eu não quero de forma alguma que Portugal apoie A, B, ou C, eu quero que Portugal deve apoiar é o projecto nacional de criação de um Estado de direito democrático, e isso significa o reforço do primado da lei na vida do país, na área do reforço da justiça, uma administração pública transparente, uma boa governação para o país.
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SIC: Se o Senhor não quisesse que Portugal tomasse posição não estaria em Portugal a tentar contactos com algumas individualidades. Com certeza que é a sua opinião que lhes veio transmitir?
Mari Alkatiri: Naturalmente que trago a minha opinião...
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SIC: Por isso é que lhe perguntei que apoios já conseguiu com estas suas viagens...
Mari Alkatiri: O que eu acho que é fundamental, o que eu acho que é fundamental é continuarmos a manter em Portugal um consenso em torno de um Estado viável em Timor-Leste. Eu trago factos para comprovar que com Xanana não teremos um Estado viável.
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SIC: O senhor geriu o petróleo com a criação de um fundo que já ultrapassou em muito as expectativas, que já atingiu o valor que era esperado ter em 2019. O que é que acontece em Timor para que este projecto não se consiga traduzir numa melhor qualidade de vida para a população?
Mari Alkatiri: Se Xanana continuar no governo com a sua aliança naturalmente que isto não acontecerá. Xanana está a governar o país com um orçamento equivalente a quatro anos de Orçamento de Estado do meu tempo. Mesmo assim há pura e simplesmente o esbanjamento. Subsidia consumos, o que cria mais dificuldades a uma certa competitividade da produção interna com o produto importado. O produto importado torna-se tão barato, tão barato pelos subsídios que ele impõe que naturalmente que desincentiva a produção interna o que significa que desincentiva a própria economia, o desenvolvimento da economia nacional. A continuar-se com esta maneira de governar naturalmente que o fundo de petróleo algum dia esgota e nada se faz no sentido de criar uma alternativa ao próprio fundo de petróleo.
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SIC: O que justifica após todos estes anos, com as riquezas naturais que Timor-Leste tem que não tenha havido da parte do investimento estrangeiro vontade de entrar no território e de o fazer desenvolver também. Há entraves por parte da governação?
Mari Alkatiri: Não, de forma alguma. A própria situação objectivamente desde 2002 a 2006 não era propícia a uma atracção de investimento externo, porque havia ausência de instituições com capacidade para gerir esse investimento, e ausência de infra-estruturas. Portanto a partir do momento em que começámos a receber as receitas do petróleo, do fundo de petróleo estaríamos em condições de avançar para o investimento público com agressividade, com ousadia para poder criar essas condições infra-estruturais e ao mesmo tempo capacitar as nossas instituições internas, as nossas instituições do Estado e também privadas, públicas e privadas e para poder realmente entrar para o mercado e também gerir esse investimento.
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SIC: Mas há alguma economia capaz de absorver e de aproveitar esses fundos ou tinha tudo de ser feito com investimento público?
Mari Alkatiri: Não, o investimento público deve ser feito para criar as condições para que pudesse atrair mais investimento privado internacional.
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SIC: Qual o papel de Ramos Horta no país neste momento?
Mari Alkatiri: Neste momento Ramos Horta representa um papel de equilíbrio no país, porque no fundo apesar de ter sido eleito contra o candidato da Fretilin tem o apoio da Fretilin para poder garantir o equilíbrio político, o equilíbrio social em Timor-Leste.
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SIC: Com quem é que o Senhor tem relações de Estado. O Senhor dá-se bem com Ramos Horta?
Mari Alkatiri: Relações de Estado com Ramos Horta são boas, naturalmente que há diferenças, sempre houve diferenças entre nós, mas neste momento ele está a ocupar uma posição cimeira no Estado de Timor-Leste e tem o nosso apoio no sentido de poder realmente ajudar a criar condições para se ultrapassar a crise.
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SIC: Mari Alkatiri muito obrigado (...)
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A Fábrica dos Blogs agradece à Margarida pela transcrição
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quinta-feira, 5 de Junho de 2008

DEKLARASAUN BANKADA PARLAMENTAR FRETILIN NIAN KONA BA LEI TRIBUTÁRIA, IHA 5 JUÑU 2008

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE

FRETILIN

Dili, 5 Juñu 2008

DEKLARASAUN BANKADA PARLAMENTAR FRETILIN NIAN KONA BA LEI TRIBUTÁRIA, IHA 5 JUÑU 2008


Bainhira ita hakarak halo reforma, ita nia objetivu atu hodi hari sistema administrasau no jestaun finanseira ida ke diak no efisiente atu nuné bele servi interese povu no nasaun rai doben ida ne’e. Ne’e duni ita hakarak hari sistema tributáriu ida ke diak hodi servi povu no intereses nasaun nian. Sistema ne’ebé hari mos tenki kontribui ba hametin justisa sosial hodi nune’e bele mos hasae kbit moris ita nia povu nian. Ne’e duni ita tenki hari sistema ida ke hametin interese nasional no mos loke dalan atu lori investimentu estranjeirus mai rai laran.

Maibé ami haré katak Governu de faktu ida ne’e halo sasán arbiru deit tamba la halo/aprezenta politika no la halo estudu ida kona ba implikasoens makro-ekonómikas sistema tributáriu ida ne’e. Estudu ida ne’e importante hodi haré nia impaktu ba kreximentu ekonómiku no ba ita nia povu nia moris. La iha estudu ida ke fo’o justifikasau klaru kona ba impaktu sistema tributáriu ida ne’e ba dezenvolvimentu ekonómiku no riku soin ita nian. Governu ida ne’e la hato’o argumentu ida ke bele konsidera sustentável bainhira sira implementa sistema tributáriu ida ne’e.

Governu de faktu ida ne’e hatete katak sira hakarak simplifika sistema tributáriu maibé, tuir ami nia haré, sistema ida ne’e sei kria kofuzaun, liliu kuandu tau hamutuk no kahur arbiru deit sistema tributáriu ida ne’e ho fali sistema tributáriu ba mina rai no gaz nian. Ida ne’e halo kunfusaun bo’ot i bele halo ita lakon osan ka reseitas barak ne’ebé bele hetan husi explorasaun gaz no mina rai.

Governu de faktu AMP ida ne’e hatete katak sira hatún impostu/taxa tamba;

- ohin loron ita iha osan barak mai husi mina rai no gaz, ne’e duni ita lalika preokupa ho kobransa ba reseitas doméstikas naun- petrolíferas;

- Sasan nia folin bele tun tamba impostu/taxa importasaun tun;

- Bele lori investimentus estaranjeirus barak mai ita nia rain i nune’e bele loke servisu barak ba timor oan sira.




Ami, Bankada FRETILIN haré katak ho sistema tributáriu ida ne’e:

- Ita nia rain sei depende makás liu tan ba fundu mina rai i nune’e Governu tenki hasai deit osan barak husi Fundu Mina Rai ba tau iha Orsamentu Jeral du Estadu;

- La iha justisa tamba timor oan ne’ebé sevisu iha rai laran selu impostu/taxa oituan i sira ne’ebé servisu iha mina rai selu impostu barak liu;

- Fo’o oportunidade ba Kompanhia bo’ot sira atu halai se’es a’an hosi impostu/taxa i dala barak bele la selu tan impostu/taxa ba sira nia rendimentu;

- Ita nia rai ne’ebé depende barak liu ba importasaun, lei ida ne’e sei la fo’o protesaun ba ita nia sektor produtivu no emprezariadu nasional;

- Kobransa ba reseitas doméstikas sei tun makás liu tamba Governu AMP hatún tiha kobransa impostus ba sasán luxu;

- Sasán nia folin sei la tún no inflasaun sei sa’e makás i nune’e sei fo’o todan liu tan ba povu ki’ik nia moris;

- Kareta luxu sira sei baratu ba ema riku maibé povu ki’ik sei hein deit esmola hodi bele moris ho sasán, hanesan fo’os no aihan seluk folin a’as ba bebeik;

- Ema riku sei riku ba bei’beik maibé, povu kiak sei kiak liu tan.

Ita bele haré katak ho sistema tributáriu ida ne’e, bele halo ema barak sei halai husi foho mai sidade tamba produtus ne’ebé sira iha [produtus lokal] sei labele kompete ho produtu importadus mai husi rai liur ne’ebé sei baratu liu.

Governu AMP nia Lei Tributária ida ne’e fo’o mos vantajen ba importadores produtus sira hanesan tabaku no tua ne’ebé bele fó impaktu negativu tebe’tebes ba saúde ita nia povu nian, liliu ba jovens sira moris. Ema barak mak sei moras nafatin tan hemu tua no fuma tabaku. Estadu sei gasta osan barak hodi halo tratamentu ba moras hirak ne’e.

Ami fiar katak investidores sira la mai investe iha ita nia rain tan deit impostu ki’ik maibé, sira sei haré mos ba kondisoens hanesan estabilidade, justisa, infraestruturas, rekursus umanus ne’ebé diak ho tan buat seluk.

quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Media Release:Alkatiri to pursue defamation action following US court vindication

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE

FRETILIN

Media Release

June 4, 2008

Alkatiri to pursue defamation action following US court vindication

FRETILIN today welcomed a United States District Court decision to dismiss a legal action by the US company Oceanic Exploration, which falsely alleged a competitor gained access to Timor Sea petroleum fields by bribing Timor-Leste officials and politicians.

Oceanic’s claims included an absurd allegation that former Timor-Leste Prime Minister and FRETILIN Secretary General, Dr Mari Alkatiri was paid a bribe of US$2 million to sign and push through the Timor Sea Treaty.

Dr Alkatiri said today he would pursue legal action for extensive defamation over a period of three years by Timor-Leste politicians and media, which had used Oceanic’s baseless slanders to engage in a political witch-hunt against him.

FRETILIN President Francisco Guterres ‘Lú-Olo’ said today it was noteworthy that local and foreign media, which have repeatedly reported Oceanic’s baseless allegations, had failed to report the US District Court judgement issued six weeks ago.

Oceanic and its Portuguese subsidiaries (collectively known as ‘Petrotimor’) had sought damages against US company Conoco Phillips, which operates the biggest petroleum field in the Timor Sea, alleging corrupt conduct by Phillips Petroleum (the forerunner to Conoco Phillips) in paying bribes.

On 16 April 2008, Judge Lynn N Hughes of the US District Court in Houston, Texas dismissed the 30-billion-dollar lawsuit brought by Petrotimor and Oceanic Exploration against ConocoPhillips, the Timor Sea Designated Authority (TSDA) and others in March 2004.

Judge Hughes described Oceanic’s “evidence” as “over 50 pages of trivia”, “a list of gossip and debris”, “not cogent” and “assumptions –nothing more”.

Dr Alkatiri has strenuously denied the allegations from the outset and started legal action for defamation against Timor-Leste political figures who repeated the allegations publicly.

Lú-Olo said today he always believed the allegations were politically motivated and the court would vindicate Dr Alaktiri.

Lu Olo said: “In throwing out this case the court has also called to account politicians such as the current President of the Parliament, Fernando Araujo Lasama, who defamed Dr Alkatiri at the time by demanding his resignation because of these baseless allegations. Fernando Araujo Lasama and the others should apologise to Dr Alkatiri and his family, without delay.

“These allegations were the beginning of a political witch-hunt against Dr Alkatiri and his family, aimed at forcing his resignation as Prime Minister.

“Dr Alkatiri vehemently denied these nonsensical allegations, but even foreign ambassadors repeated them in an attempt to malign the then prime minister’s good name and reputation. I want to see him get justice for the malicious campaign against him.”

Lu Olo said it would be difficult to pursue legal remedies in Timor Leste given the notoriously partisan behaviour of the highly political Prosecutor General.

“Dr Alkatiri earlier lodged a complaint with the Prosecutor General in Dili for action against Mr Fernando Araujo Lasama, then President of the Democratic Party, which was in opposition to the former FRETILIN Government headed by Dr Alkatiri. Despite repeated requests the Prosecutor General has refused to prosecute Dr Alkatiri’s defamation complaint, which under The Timor-Leste Criminal Code is a criminal offence.

“This failure, neglect or refusal to act by the Prosecutor General is politically motivated, like so many of his activities,” concluded Lu Olo.

Contact: Jose Teixeira +670 728 7080; Nilva Guimaraes +670 734 0389

To obtain a copy of the judgment please email fretilin.media@gmail.com

Comunicado de Imprensa: ALKATIRI PROSSEGUIRÁ COM O PROCESSO LEGAL CONTRA A DIFAMAÇÃO

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE

FRETILIN 

_______________________________________________________________________
COMUNICADO DE IMPRENSA

4 de Junho de 2008

ALKATIRI PROSSEGUIRÁ COM O PROCESSO LEGAL CONTRA A DIFAMAÇÃO

A FRETILIN saudou o Tribunal Distrital dos Estados Unidos da América por ter decidido rejeitar a acção legal levantada pela companhia americana “Oceanic Exploration” que alegava que uma outra companhia concorrente tinha conseguido ganhar o contrato de exploração às jazidas petrolíferas do Mar de Timor-Leste por ter pago suborno aos governantes e politicos timorenses.

A queixa incluía uma alegação absurda que dizia que o antigo Primeiro-Ministro de Timor-Leste e Secretário-Geral da FRETILIN, Dr. Mari Alkatiri, tinha recebido um suborno de 2 milhões de dólares americanos para a assinatura e o avanço do Tratado sobre o Mar de Timor-Leste.

Dr. Alkatiri disse no passado dia 4 de Junho que prosseguirá com o processo legal contra a difamação extensiva de que foi vítima durante três anos, movida por políticos e pelos media que se basearam em calúnias infundamentadas para fazer a sua politica de “caça às bruxas” contra ele.

O juíz Hughes descreveu as “evidências” da Oceanic como “ mais de 50 páginas banais” , “uma lista de fofocas e disparates”, “não convincente” e “suposições – nada mais”.





Dr. Alkatiri negou vigorosamente estas alegações desde o início e meteu na altura uma acção legal por difamação contra as figuras políticas que fizeram eco dessas alegações em várias ocasiões públicas.
Lu’Olo disse que sempre acreditou que estas alegações tinham motivação política e que o tribunal haveria de demonstrar a inocência de Alkatiri.
Lu Olo disse: “ Por ter rejeitado este caso, o Tribunal também chamou a contas os politicos tais como o actual Presidente do Parlamento, Fernando de Araújo Lasama, que difamou Dr. Alkatiri na altura ao exigir a sua resignação com base nessas alegações infudamentadas. Fernando de Araújo Lasama e as outras pessoas que o difamaram, deveriam pedir desculpas ao Dr. Alkatiri e à sua família sem qualquer demora”.

“Estas alegações foram o começo de uma política de “caça às bruxas” movida contra o Dr. Alkatiri e a sua família com o objectivo de forçar a sua resignação como Primeiro-Ministro”.
O Presidente da FRETILIN, Francisco Guterres Lu’Olo disse que era digno de nota que os medias locais e estrangeiros que tinham feito tanto eco das alegações infundamentadas da Oceanic não tenham divulgado a decisão do tribunal distrital americano emitida há seis semanas.
A Oceanic e as suas subsidiárias portuguesas (melhor conhecidas colectivamente por "Petrotimor") tentaram obter compensação da companhia americana Conoco Phillips que explora o maior campo petrolífero no Mar de Timor-Leste alegando prática de corrupção por parte da Phillips Petroleum ( antecessora da Conoco Phillips) por ter pago subornos para ganhar o contrato de exploração.
Em 16 de Abril 2008, o Juíz Lynn N. Hughes do Tribunal Distrital dos EUA, em Houston, Texas, rejeitou a acção legal de 30 biliões de dólares americanos iniciada pela Petrotimor e a Oceanic Exploration contra a ConocoPhillips, a Autoridade Nomeada para o Mar de Timor-Leste (TSDA) e outros, em Março de 2004.

Dr. Alkatiri negou veementemente essas alegações infundamentadas mas embaixadores estrangeiros também tentaram servir delas para manchar o seu bom nome e reputação. Houve uma campanha maliciosa contra ele e eu quero que se faça justiça “.

“É difícil de perseguir soluções legais em Timor-Leste porque o Procurador-Geral está altamente politizado e actua com parcialidade , disse Lu’Olo”.
“Dr. Alkatiri iniciou anteriormente uma acção legal em Dili contra o sr. Fernando Araújo Lasama, Presidente do partido democrático, na altura partido de oposição ao governo liderado pelo Dr. Mari Alkatiri. Apesar de vários pedidos, o Procurador Geral da República recusou-se a processar a queixa levantada pelo Dr. Mari Alkatiri queixa essa que se referia a uma ofensa criminal no âmbito do Código Criminal de Timor-Leste.”.

“Esta falha, quer por negligência, quer por recusa em actuar, demonstra que o Procurador Geral da República actua com motivações politicas tal como tem acontecido noutras ocasiões ”.

Para mais informações, contacte com José Reis, tel. +670 7340382 ou José Manuel Fernandes, tel.7342174